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sexta-feira, 24 de maio de 2019

Livros do autor



Os livros escritos por mim são sobre diversos temas como poemas, contos, pesquisas e observamentos, que idealizei para apresentar aos leitores minhas expressões sobre lugares, sentimentos e pensamentos e pesquisas organizados por temas que fazem referências a ciclo vital.

Clicando nas imagens onde será direcionado a sites de vendas para conhecer mais detalhes:

NÃO PERCAMOS A FÉ!

Recentemente em 2019 lancei novo conto sobre espiritualidade em novos tempos Não percamos a fé!


Este pequeno conto tem em sua história apresentar que diante das dificuldades em qual nos encontramos não devemos esquecer que existe um ser poderoso que é Deus. Independente dos elementos físicos encontrados na história pode-se imaginar comparando com nossas vidas.

Usei referências como religião, acidente, empatia para este conto uma forma de percebermos que em nosso cotidiano acontece e que não seja novidade, talvez seja o que estamos vivenciando no momento.

A seguir book trailer do conto:



BANANEIRAS DE EUCLIDES

 BANANEIRAS DE EUCLIDES


Livro de poemas expressando sentimentos vivenciados nas cidades baianas de Euclides da Cunha e Monte Santo, bem como seus povoados, especialmente o povoado de Bananeiras. Ilustrados com desenhos e fotografias, inclui hino da cidade criado por José Aras em 1972.

Na livraria Saraiva o livro Bananeiras se encontra somente disponível no formato digital como a imagem abaixo:



AMEM-SE TODOS OS DIAS 

 AMEM-SE TODOS OS DIAS


O conto inicia com paciente sem memórias de inicial em um hospital vazio, sentindo frio e fome nas ruas, sobrevivendo e enfrentando as dificuldades ao mesmo tempo buscando informações em uma cidade grande com vasto bens materiais mas desprovida de seres vivos. Ao ver uma estação de metrô, tem lapsos de memória, se questionando e descobrindo a si próprio e do meio em que vive com o passar dos tempos.


MARAFUÁS (poemários)

MARAFUAS - poemários

Coleção de poemas, declamando diversas situações vividas conforme oportunidades com homenagens referentes a lugares como Cambuci, Planalto Paulista, Jardim Paulistano, Taubaté e Tatuapé. Também participa nesta coletânea declamações com observações no cotidiano, jogos de palavras pouco usais, expressões inexprimíveis e entendimentos de espiritualidade e de consolação em formas de mensagens escritas e descritas. 

Inclui imagens como desenhos e fotos originais das fases de nossas vidas na forma poética.


Observamentos - Utopias e distopias
 OBSERVAMENTOS Utopias e distopias


Este livro contém textos que descrevem minhas percepções diárias, ora por situações onde iniciava meu dia com leituras de versículos bíblicos como notícias nas mídias e vivências e convivência nas ruas, no transporte público e em ambientes corporativos. Dando oportunidade para quem o lê saber mais sobre minha forma de pensar, também acreditando que possa servir de norte para decisões pessoais e atitudes. Usando temas como: Comparações; Compartir; Coragem; Depreender; Desapego; Esperança; Marital; Observações; Regras e Renovação.



SAPALICE calçados - 2001 a 2011
 SAPALICE

O livro tem em sua divisão, duas partes: a biográfica e a técnica, são dois pontos de vistas na mesma pessoa o pessoal e o profissional como empregado dedicado resiliente durante o dia e técnico à noite como estudante, até seu término nos estudos acadêmicos e a mesmo tempo de seu desligamento como empregado. 

Este livro tem a intenção de levar o leitor a adentrar na pessoa em sua época como empregado e estudante que passa por situações e setores em uma empresa de varejo de calçados na região central da capital paulistana, também como estudante que observa desenvolvendo sua análise técnica e adquirindo comportamento resiliente. 

Inclui exemplo de duas teses acadêmicas oficiais. 


MANÁ e o Pão da vida


Este livro de 68 páginas, é resultado de pesquisas que usa referências bíblicas sobre alimentos que se encontravam nos tempos de Moisés e de Jesus Cristo, com objetivo não somente para saciar os leitores com conhecimentos como também para idealizar consumo saudável, como brasileiro temos conhecimento de alguns alimentos que se encontram disponíveis no mercado nacional, os demais de acordo com disponibilidade financeira pode-se encontrar nos importadores.

Busquei nos versículos bíblicos melhor entendimento sobre o que os povos descritos na Bíblia comiam. Os alimentos tanto espirituais como comestíveis, alimentam nossa alma e nossa carne, saciando com leitura que nosso corpo e nossa mente.

Contendo temas com algumas imagens com referências a maná, Pão da vida; os 7 frutos da terra prometida; milagres das multiplicações de azeite, pães e peixes e algumas receitas para os dias de hoje como Pão ázimo, pão Sírio ou Pita, pão de Ezequiel e o louvor da Harpa para conhecimento: “O Pão da Vida”.

Disponíveis tanto impresso como e-book nas melhores livrarias da internet como AGBOOK, AMAZON, CLUBE DE AUTORES E SARAIVA.

Para visualizar mais informações detalhadas sobre os livros e também conhecer conteúdo deste blog, confira nas outras postagens em meus arquivos, fiquem á vontade, comentem, curtam.

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

MARAFUÁS - POEMÁRIOS

MARAFUÁS (poemários) – Coleção de poemas, de 104 páginas, declamando diversas situações vividas conforme oportunidades com homenagens referentes a lugares como Cambuci, Planalto Paulista, Jardim Paulistano, Taubaté e Tatuapé.

Também participa nesta coletânea declamações com observações no cotidiano, jogos de palavras pouco usais, expressões inexprimíveis e entendimentos de espiritualidade e de consolação em formas de mensagens escritas e descritas.

Inclui imagens como desenhos e fotos originais das fases de nossas vidas na forma poética. 
Clicando nas imagens, aumentará para maiores detalhes.

Capa rascunho anterior a oficial.

Capa oficial do livro, lay out da KDP.

Capa completa disponibilizada pela Clube de autores.

Desenho original á mão para capa.


A seguir, selecionei alguns dos poemas:

Madame de macramê


Varão monsieur sinhô senhor homem
Donzela madona sinhá senhora mulher
Homens e mulheres na sociedade formal
Amores e paixões na saciedade infernal
Atemporal banal carnal
divinal imoral marginal
presenças despudoradas
tramas entrelaçadas
almas laçadas
pureza sacramental
trama tradicional
sanha intencional
olhos analisantes
bocas palpitantes
dedos cruzados 
amor e ódio
apego e desprezo
pecados e castidades
encontros
gozos da vida
destinos inevitáveis.

Duas Pombas no pateo do collegio

IPEM-SP/2017

Calçamentos turbados pela garoa 
Chuva passada, ruas úmidas 
Duas pombas sossegam 

Cria de Ramos de Azevedo 
Palácio da justiça paulista 
Sacada de traços neoclassistas 
Frente arrumada adequação a novo tempo 
Adaptação de cadeirantes 
Portaria de ordens, ordenanças ordinárias 
Casa da justiça, cidadania e direitos humanos 
Outrora palácio presidencial 

Milhares de mídias impressas 
Mobílias centenárias 
Museu de raridades 

Na portaria entro 
Secretaria adentro 
Policiam os direitos humanos 
Regulam cativos, quilombos e quilombolas 

Preconceitos e tráficos de gente 
Desinibem e ilibam vítimas 
Ajudam na defesa do ser humano 
Ajudam vítimas com terapias e condolências, medo 
Ajudam cativos com direitos e obrigações, coragem 
Criminosos com benefícios 
Vítimas conselhos e consolos 

Duas pombas ainda no pateo do collegio.

PIASSANGUABA COTINGUIBA E JATI


Piassanguaba paulistana,
da praça nossa senhora das oito Janete Clair a Igreja São Judas. 
Avenida pouco movimentada,
casas grandes,
capital.

Provedora das ruas Cotinguiba e Jati
ambas paulistanas,
separadas por conjunto de casas
que se isolaram.

Piassanguaba campo-grandense,
rua simples asfaltada,
casas baixas,
interior.
Cotinguiba sergipana,
carioca ou
paulistana.

Cotinguiba pode ser endereço,
maçonaria,
nome de rio,
de vale ou
de clube de futebol.

Cotinguiba no futebol sergipano,
é tubarão no corações dos cotinguibenses.
Antes Cotinguiba paulistana tinha vôlei,
campeonato de gude,
amarelinha e rolimãs,
hoje movimentos de transeuntes a laborar.
Jati guarulhense,
rua de muitos comércios,
caos.

Jati campinense,
rua deserta,
poucos moradores.

Jati paulistana,
rua mais tranquila,
junta da Cotinguiba da outra parte do L.

Antes Jati paulistana tinha passamento de cerol,
futebol,
jogos de taco,
pipeiros e baloeiros,
hoje silencio com árvores.

Pizzaria Laricas na Jati paulistana era festa á noite,
hoje casa comum fechada.

Jati cearense é mais importante,
é municipal.
Cotinguiba e Jati
sobrenomes indígenas.

Jati abelha,
se bobear jataí.

Planalto Paulista com Saúde.

𛲣𛲣𛲣𛲣𛲣

No site independente do autor, TOP LEITURAS realiza uma divulgação, clique aqui para ver mais detalhes.

Nos E.U.A. este livro está sendo revendido pela RAKUTEN KOBO.

Este livro, registrado sob ISBN: 9781717847997 pode ser encontrado nas livrarias eletrônicas: CLUBE DE AUTORES e AGBOOK

Disponível também na Amazon com arquivo livro digital gratuito como brinde na compra do impresso, confira!

sexta-feira, 29 de junho de 2018

BANANEIRAS DE EUCLIDES

BANANEIRAS DE EUCLIDES – 1° Livro de poemas expressando sentimentos vivenciados nas cidades baianas de Euclides da Cunha e Monte Santo, bem como seus povoados, especialmente o povoado de Bananeiras. Ilustrados com desenhos e fotografias, inclui hino da cidade criado por José Aras em 1972.

Pode-se clicar nas imagens para maiores detalhes.

Capa do 1° livro.

Contra capa original.

  • Cartaz de lançamento:
Cartaz promocional


Contém os poemas:
  1. ALAMANDAS ROSAS ABENÇOADAS;
  2. ALEGORIA DO LICURIZEIRO;
  3. AMIGOS E AMIZADES;
  4. BANANEIRAS TERRA SEM BANANAS;
  5. CABOCLO DE COBRE;
  6. CAIMBÉ DE MASSACARÁ; 
  7. CAMPINHO DO POVOADO BANANEIRAS;
  8. DO INTERIOR AO EXTERIOR;
  9. DORSO SAGRADO;
  10. EMBORA;
  11. FAÍSCA;
  12. HINO DO MUNICÍPIO DE EUCLIDES DA CUNHA (BAHIA) Autoria de J. Aras (1972);
  13. ISCRAVA ESAURA;
  14. JUMENTO CELESTINO DE BANANEIRAS;
  15. MINHA BAIANA MINHA VIDA MINHA PAIXÃO;
  16. OS 3 PARANÓICOS;
  17. PÉ COM FÉ;
  18. POVOADO DE NOVA TRINDADE;
  19. QUATRO HORAS E VINTE MINUTOS;
  20. QUEM RODA VIRA;
  21. ROÇA DE XIQUE XIQUE;
  22. SERRA DAS QUATRO ABAS, QUATRO ÁGUAS OU DAS CATUABAS;
  23. SOPHIA;
  24. TRONCO TATUADO PELO CUPIM;
  25. VACA DO BETO.
                  
A seguir vídeos cuja imagem constam no livro, a trilha é o meu áudio declamando conforme consta no livro clicando na imagem tocará, as letras do conteúdo para quem não não puder ouvir, segue abaixo:
  • JUMENTO CELESTINO DE BANANEIRAS

Jumento, 
amarrado numa algarobeira, 
passando tempo que fora 
determinado por quem te manda. 
Deus nosso Senhor 
usou-o como carregador de Seu Filho, 
simples carregador chato que só vai
quando achar que deve.
Jumento Celestino, 
porque o céu da tarde era azul celeste, 
tranquilo que não 
percebemos o vento
na quietude do lugar.

  • FAÍSCA

Bi, bi bibi bó.
Suando pra dançar contigo.
Veja que ritmo gostoso,
coisa quente.
Com malícia percebi,
com malícia fiquei.
Cheguei e fiquei.
Olhando pra ti,
vi que rolou,
fiquei afim.
Ah.
Tô gostando tá gostando?
Chegue mais perto,
venha me ouvir,
venha me sentir.
Ah.
Tá começando a rolar,
tô olhando procê,
só tenho olhos pra ti.
Tu me deixas doido,
se encosto em você,
sai faísca.
Ah.

  • Confira outros post dos poemas, também disponíveis com aúdio:
Faísca
Jumento celestino de Bananeiras
Alegoria do licurizeiro

Este livro pode ser encontrado nas livrarias eletrônicas: CLUBE DE AUTORES e AGBOOK
Nos E.U.A., o site RAKUTEN KOBO vende este livro, clique aqui 

terça-feira, 26 de junho de 2018

FAÍSCA


Poema do livro Bananeiras de Euclides

Bi, bi bibi bó.
Suando pra dançar contigo.
Veja que ritmo gostoso,
coisa quente.
Com malícia percebi,
com malícia fiquei.
Cheguei e fiquei.
Olhando pra ti,
vi que rolou,
fiquei afim.
Ah.
Tô gostando tá gostando?
Chegue mais perto,
venha me ouvir,
venha me sentir.
Ah.
Tá começando a rolar,
tô olhando procê,
só tenho olhos pra ti.
Tu me deixas doido,
se encosto em você,
sai faísca.
Ah.

Livro á venda nos sites: CLUBE DE AUTORES e AGBOOK:

Direitos reservados ao autor.

terça-feira, 19 de junho de 2018

JUMENTO CELESTINO DE BANANEIRAS

Jumento,
amarrado numa algarobeira,
passando tempo que fora
determinado por quem te manda.
Deus nosso Senhor
usou-o como carregador de Seu Filho,
simples carregador chato que só vai
quando achar que deve.
Jumento Celestino,
porque o céu da tarde era azul celeste,
tranquilo que não percebemos o vento
na quietude do lugar.


Capa do livro:


Está a venda no saite CLUBE DOS AUTORES e na AGBOOK , confiram!
As imagens e poema são protegidos por direitos autorais.

terça-feira, 29 de maio de 2018

ALEGORIA DO LICURIZEIRO

Beto e seu filho Roger posam diante de maracujá e licurizeiro na forma de girafa.


Maracujá 
Licuri 
Coqueiro 

Ramificações 
Alegoricamente 
Cresce 

Girafa 
Amigos 
Pais e filhos.



A seguir, vídeo sobre este poema que participa do livro Bananeiras de Euclides:


Capa do livro:




Está a venda no saite CLUBE DOS AUTORES e na AGBOOK , confiram!

As imagens e poema são protegidos por direitos autorais.

domingo, 4 de fevereiro de 2018

AVIÃO COM SOM DE VIOLÃO


Acompanho com violão o som do avião.
Tão distantes, diferentes.
Avião voa sem acompanhar violão.
Avião com som de violão?
Nada a ver.
Mas violão com som de avião pode.

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

GRAFITES EM SAMPA

Os grafiteiros, por amor à arte, muitas vezes tiram dinheiro do próprio bolso para contribuir com a arte na cidade. 
CÍNTIA BORGES Repórter

Devido oportunidades que tive de observar os desenhos nas andanças em São Paulo, pude perceber que os desenhos estavam ali disponíveis para serem apreciados tal como exposição de museu.

Nas viagens em lugares como Minas, Rio de Janeiro e Bahia, estes tipos de arte eram mais vistos na forma de propagandas tanto eleitoral como comercial.

Os muros ou até tampas de bueiros, serviam para serem preenchidos pela criatividade destes amantes do grafites, se são profissionais ou amadores não saberia dizer porque escrevo aqui como transeunte observador, quem sabe um dia acabo trocando idéias com algum grafiteiro, por enquanto apenas em alguma reportagem na tv ou na internet posso conhecer os trabalhos.


Ao retornar em alguns lugares para ver se haviam novidades, não me surpreendiam devido a nova gestão da prefeitura da capital paulistana que impôs em 2017 punições para grafiteiros ou pichadores, que os grafites foram deteriorados ou apagados.

A idéia de fotografar os grafites foi por acaso, ficaram arquivadas e achei oportuna a idéia de colocar no blog como conteúdo e que fica para sempre no ar ou na rede, o oposto dos grafites nas paredes da vida que com o tempo se deteriora com o passar dos anos.

Conforme o portal são Francisco: “A palavra "Grafite" deriva do italiano grafitto, usualmente é conceituado como "inscrição ou desenho de épocas antigas, toscamente riscado à ponta ou a carvão, em rochas, paredes, vasos etc.". Um grafismo seria um desenho ou imagem.

A principal diferença é que a pichação advém da escrita, enquanto o grafite está diretamente relacionado à imagem.

Grafite é o nome dado as inscrições feitas em paredes desde o Império Romano. Embora as pinturas rupestres seja o primeiro exemplo de grafite que encontramos na história da arte. Surgiu no fim dos anos 70 nos Estados Unidos. Se tornou uma linguagem de protesto. 


O Grafite é uma inscrição caligrafada ou desenho pintado sobre um suporte que não é para essa finalidade. É uma forma de protesto popular através da arte. A palavra Grafite significa escritas feitas com carvão. Era comum entre os romanos escrever com carvão palavras de protestos nas paredes de suas construções.

No saite da Brasilescola localizei parte de uma pesquisa de Eliene Percília os principais termos e gírias utilizadas nessa arte:

• Grafiteiro/writter: o artista que pinta.
• Bite: imitar o estilo de outro grafiteiro.
• Crew: é um conjunto de grafiteiros que se reúne para pintar ao mesmo tempo.
• Tag: é a assinatura de grafiteiro.
• Toy: é o grafiteiro iniciante.
• Spot: lugar onde é praticada a arte do grafitismo.

No saite da Uol achei este texto de Valéria Peixoto:

Alex Vallauri (1949-1987) é considerado um dos precursores do grafite no Brasil. Etíope, chegou a São Paulo em 1965. Estudou gravura e formou-se em Comunicação Visual pela FAAP.

O Dia Nacional do Grafite é 27 de março e foi instituído após a morte de Vallauri, que ocorreu nesse dia, no ano de 1987. 


Clicar nas fotos para maiores detalhes, lembrando que as fotos são de minha autoria, caso alguém queira usá-las, favor me informe:


Av. Rio Branco (Galeria Olido, Centro de SP - 17/12/2013)


Rua do Carmo, centro de SP.


Praça da Sé, defronte Igreja.


Av. Afonso Mariano com a Av. Jose Maria Whitaker - Saúde, SP.



























Próximo a Rua dos Caciques, Saúde - SP.





Rua Formosa, Anhangabaú. Centro de SP - 29/06/2015.






Av. São Luís com a Av. Ipiranga. Centro - SP - 12/12/2012.




Viaduto Sta. Ifigênia - Anhagabaú, SP - 29/04/2016




R. Carneiro da Cunha, Saúde - SP - 26/12/2012

POESIA SOBRE GRAFITE

TENHA DÓ SEU DÓRIA

Caminhão baú
no Anhangabaú
Rindo sem graça
            da desgraça

Carro enguiçado
Sarro tirado

Com sorte
                        forte homem
                                   respeito deu.

Da Líbero pra prefeitura
Avisto pra cima

Helicóptero pousa
Próspero repousa
Prefeito novo
                            do povo

Muros e paredes,
            grafites e pixos
                       despixados e desgrafitados

Pego na mão de João
            Tenha dó
                 seu Dória
                        Ia falar com
                        Bia que arte
                               faz parte.

Este grafite bonito foi montado pela Nametest, disponível no facebook.

Leia mais em:
http://www.portalsaofrancisco.com.br/arte/grafite
http://brasilescola.uol.com.br/artes/grafite.htm
https://educacao.uol.com.br/disciplinas/artes/grafite-uma-forma-de-arte-publica.htm
http://circuitomt.com.br/editorias/cidades/64509-pichacao-e-grafite--formas-de-expressao-que-vem-da-rua.html